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Patrinidade ou a odisseia de um tripai

Ser pai é a melhor experiência do mundo, imaginem ser pai de três, e logo de três rapazes! Este espaço vai ser dedicado às minhas peripécias como pai e à aventura mais alucinante que se pode imaginar...

Patrinidade ou a odisseia de um tripai

Ser pai é a melhor experiência do mundo, imaginem ser pai de três, e logo de três rapazes! Este espaço vai ser dedicado às minhas peripécias como pai e à aventura mais alucinante que se pode imaginar...

Iguais demais

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Más notícias para quem já conseguia distinguir os manos pela cicatriz na cabeça... Eles nunca querem ficar atrás dos manos e por isso hoje foi a vez do Gonçalo... Ossos do ofício... Na brincadeira depois da praia uma queda e cabeça aberta... Nada que uma ida ao hospital não resolvesse. Normalmente estas idas não me impressionam por aí além mas hoje o Gonçalo chorou bastante na hora de ser cozido e foi preciso fazer força para o segurar... Não é das melhores experiências... De resto foi um campeão, a espalhar charme no hospital e a aguentar que nem gente grande...

Jeito para a coisa

Ontem lá fui dar uns toques na bola em nome dos bons velhos tempos.

Claro que hoje não me mexo.

No entanto, a melhor parte é poder fazê-lo com os meus filhos a ver e a torcer pelo pai. Ontem só estavam dois porque o Guilherme continua a gozar as suas merecidas férias.

Como é normal nestas situações os pequeninos passaram o tempo todo a tentar saltar para o campo e, assim que terminou o jogo, encheram o relvado.

Quase todos os pais têm o secreto (ou manifesto) desejo de verem nos filhos o próximo Ronaldo ou Messi. Há sempre o comentário, ele até tem jeito para a coisa...

Ontem comprovei que os meus filhos têm mesmo jeito para a coisa, se têm para o futebol não sei, mas para se divertirem têm um jeito brutal. Dominam as brincadeiras com mestria. Passam um para o outro a diversão com classe. Driblam as quedas com um sorriso. Rematam todas as adversidades com uma gargalhada. Quando assim é... Que orgulho nestes craques!

 

 

 

 

Não resiste

A trimãe passa boa parte do ano a reclamar o direito a tirar uns dias, sem filhos, para namorarmos, descansarmos, passear sem horas certas, esse tipo de coisas... Este fim-de-semana proporcionou-se e lá estamos a gozar o nosso (merecido) descanso. O problema é que trimãe que é trimãe é mãe a tempo inteiro. Já dou de barato o querer estar sempre a ligar para saber dos filhos. Mas não resiste, na primeira noite agarrou-se a uma menina que tinha sido arranhada por um gato para lhe fazer o curativo, depois passa o tempo todo na praia a olhar com melancolia para os outros meninos... Só faltou levantar-se durante a noite para ir aconchegar os lençóis das camas deles...

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